Directrizes Para o Registo dos Usuários – RACSaúde (Download)
Conselhos Para os Autores – RACSaúde (Download)
Estrutura dos Manuscritos – RACSaúde (Download)
Carta de Apresentação – RACSaúde (Download)
Termo de Anuência Institucional – RACSaúde (Download)
Termo de Consentimento Informado – RACSaúde (Download)
Declaração de Fast Track – RACSaúde (Download)

 

1. NORMAS GERAIS
1.1. Formatação gráfica do texto
Para tanto, é necessário que a formatação gráfica do texto seja objectiva, clara e concisa, como convém a trabalhos de natureza científica, evitando-se frases introdutórias, prolixidade, repetições e descrições supérfluas. Deve-se, ainda, observar que a linguagem e terminologia sejam correctas e precisas, coerentes quanto ao tempo dos verbos adoptados e uso do vocabulário técnico padronizado, evitando-se neologismos e estrangeirismos.

1.2. Tipo de papel
Os manuscritos são redigidos em papel branco, no formato oficial A4 (21 cm x 29,7 cm), no qual digitado o texto em cor do tipo de letra preta, outras cores são permitidas para as ilustrações.

1.3. Tipo de letra
Estilo do tipo de letra ou Fonte: Arial ;
Tamanho do tipo de letra, 12 ptos, excepto o título do manuscrito na página de título, e a palavra 14pts.

1.4. Margens
Esquerda 2,5 cm / Direita 2,5 cm;
Superior 2,5 cm / Inferior 2,5 cm.

1.5. Parágrafo
Geral: Alinhamento ”Justificado; nível de contorno “corpo do texto”;
Avanço: esquerda e direita 0 cm;
Avanço especial (1ª linha): padronizado por 1 cm nos parágrafos;
Espaçamento: antes e depois 6 ptos
O espaçamento entre linhas deverá ser marcado a 1,5 pts.

1.6. Estilo
Todos os manuscritos devem ser preparados de acordo com o “AMA Manual of Style”, 10th ed. e/ou “International Committee of Medical Journal Editors”. Escreva num estilo claro, directo e activo. Geralmente, escreva usando a primeira pessoa, voz activa, por exemplo, “Analisámos dados”, e não “Os dados foram analisados”. Os agradecimentos são as excepções a essa directriz, e deve ser escrito na terceira pessoa, voz activa; “Os autores gostariam de agradecer”. Palavras em latim ou noutra língua que não seja a do texto deverão ser colocadas em itálico.

De forma geral os componentes do manuscrito são:
• Página de Título,
• Resumo,
• Texto,
• Referências, e se apropriado, Bibliografia e anexos.
Cada uma destas secções deve ser iniciada em uma nova página, estas devem ser numeradas (canto inferior direito) consecutivamente, começando com a página de título. O formato de arquivo dos manuscritos autorizados é o Microsoft Office Word, não submeta manuscritos em formato PDF.
Os manuscritos devem ser submetidos online, via “Submissão Online” na Rev. Ang. de Ciências da Saúde. Todos os campos obrigatórios solicitados no sistema de submissão online terão de ser preenchidos. Após submissão do manuscrito o autor receberá a confirmação de recepção.

1.7. Na primeira página/ página de título:

a) Em linhas separadas título em português e inglês, conciso e descritivo (Maiúscula, tamanho 14pts, centralizado e negrito), deve descrever seu conteúdo de forma clara e precisa, que permita ao leitor identificar o tema facilmente, e ao bibliotecário catalogar e classificar o material com exactidão. Deve ser curto (não exceder preferencialmente 30 palavras), sem sacrificar a claridade. Elementos que normalmente compõem um título de um manuscrito: propósito do estudo, variáveis, unidades de estudo. O Título deve descrever de uma forma sucinta a principal ideia do trabalho de uma forma simples, deve ser auto explicativo.

b) Na linha a seguir liste o nome completo de todos os Autores, com chamada numérica sobrescrita (Manuel Chitumba1, Nicolau Cassumuna2) para na linha a seguir colocar em parágrafos distintos a descrição dos títulos académicos e/ou profissionais de todos os autoreso (os) autores e a respectiva afiliação institucional (departamento, instituição, cidade, país), seguido do email e da ID ORCID. Para os autores correspondentes alêm do número sobrescrito é acrescido o sinal asterisco igualmente sobrescrito e o contacto telefônico (Nicolau Cassumuna2*). (obs: email e ID orcid de todos os autores)

c) Subsídio(s) ou bolsa(s) que contribuíram para a realização do trabalho devem ser mencionadas.

1.8. Nas duas seguintes páginas
Resumo estruturado ou não (com os seguintes tópicos: Introdução “facultativo”, Objectivo, Materiais e Métodos, Resultados e Conclusão “ Quando usadas devem estar grafadas em negrito seguido de dois pontos”), escritos na língua de redacção do manuscrito (ou seja Língua Portuguesa, Inglesa ou Espanhola), estes são seguidos de uma página descrevendo o abstract (resumo em língua Inglesa) com a mesma formatação do resumo na língua de redacção do manuscrito. Obs: esta estrutura é passível de sofrer alterações dependento do tipo de trabalho.
Para os manuscritos redigidos em língua inglesa não há necessidade de repetição do abstract na página a seguir. Nenhuma informação que não conste no manuscrito pode ser mencionada no resumo. Os resumos não podem remeter para o texto, não podendo conter citações nem referências a figuras. Palavras-chave (Keywords): Um máximo de 5 palavras chaves usando a terminologia que consta do DeCS (Descritores em Ciência de Saúde “DeCS” ou do Medical Subject Headings (MeSH) cujos endereços encontram-se disponíveis na página da revista no menú “links úteis”, devem seguir-se ao resumo.

Em casos excepcionais caso não sejam encontrados descritores adequados para a temática do manuscrito nos vocabulários acima citados, poderão ser indicados termos livres que realmente descrevam o manuscrito.

1.9. Artigos originais:
O texto deve ser apresentado com as seguintes secções:
• Página de título,
• Resumo / Abstract,
• Introdução (incluindo Objectivos),
• Maerial e Métodos,
• Resultados,
• Discussão,
• Conclusão,
• Agradecimento (Se aplicável),
• Referências bibliográficas,
• Anexos (Se aplicável).
Os Artigos originais não deverão exceder preferencialmente as 7.000 palavras, excluindo as referências e ilustrações. Deve ser acompanhado de ilustrações, com um máximo de 60-70 referências bibliográficas “salvo se a situação exigir pode exceder este número”. Todos os manuscritos reportando ensaios clínicos têm de seguir preferencialmente o CONSORT Statement http://www.consort-statement.org/. Assim:
- Para o caso das revisões sistemáticas e/ou meta-análises siga a PRISMA guidelines,
- Para meta-análises de estudos observacionais, siga a MOOSE guidelines e apresente como um ficheiro complementar o protocolo do estudo, caso haja um,
- Para estudos de precisão de diagnóstico, siga as STARD guidelines,
- Para estudos observacionais, siga as STROBE guidelines,
- Para Guideline clínico incentivamos os autores a seguir a GRADE guidance para classificar a evidência.

1.10. Artigos de revisão:
Destinam-se a abordar de forma aprofundada, o estado actual do conhecimento referente a temas de importância. A revista dá primazia a artigos originais, contudo, a título excepcional, será possível a submissão, por autores (com ampla experiência no tema) de projectos de artigo de revisão (revisão narrativa, meta - análise e/ou revisão sistemática) que, julgados relevantes e aprovados pela equipa editorial da revista, poderão ser desenvolvidos e submetidos para possível publicação e serão sequenciados como já descrito para os artigos originais.
Os componentes do manuscrito são:

• Página de título
• Resumo / Abstract
• Introdução (incluindo objectivos),
• Material e métodos,
• Resultados,
• Discussão,
• Conclusão,
• Agradecimentos (se aplicável),
• Referências bibliográficas,
• Bibliografia (se aplicável),
• Anexos (se aplicável).

1.11. Relato de caso Clínico:
O relato de um caso clínico pode ser com justificada razão de publicação o factor (raridade, aspectos inusitados, evoluções atípicas, inovações terapêuticas e de diagnóstico, entre outras).
Médicos e terapeutas fazem importantes observações sobre doenças e tratamentos que gostariam de dar a conhecer à comunidade médica, cientifica e/ou de outra índole, discutir com colegas ou expor com finalidade de ensino. Para tal exposição são apropriados em primeira linha os relatos de caso clínico. Os relatos de casos clínicos devem ser sempre produzidos de maneira individualizada, pois concentram-se primariamente sobre algum ponto que é exclusivo. Embora casos raros sejam frequentemente relatados, a raridade não é condição sine qua non para um relato de caso. O relato de um caso de uma doença frequente, com aspectos de interesse clínico ou evolução incomum, pode também ser relatado.
Os componentes deste tipo de manuscrito são:
 Página de título
 Introdução
 Resumo / Abstract
 Exposição do caso
Nesta secção descreve-se a exposição cronológica, suficiente nos detalhes para que o leitor possa fazer sua própria avaliação; todas as informações importantes e relevantes, mas não supérfluas, e dependentes de cada caso particular e do diagnóstico respectivo; para uma maior organização podemos acompanhar a sequência dependendo da especificidade do caso:
• Contexto e objectivo
• Anamnese da doença ou queixas atuais
• Doença actual:
• Estado do paciente à internação/primeira consulta, medidas diagnósticas e
terapêuticas e antroposóficas:
• Evolução/resultado
• Anonimato da exposição: consentimento do paciente
 Discussão, Referências.
• Conclusão,
• Agradecimentos (se aplicável),
• Referências bibliográficas
• Bibliografia (se aplicável)
• Anexos (se aplicável)
A linha de autoria deste tipo de artigos não deverá exceder cinco autores preferenialmente. Outros contributos poderão ser reconhecidos no final do texto, sob o parágrafo “Agradecimentos”. O texto não deve exceder as 5.000 palavras e 20 referências bibliográficas preferencialmente.

1.12. Pôster técnico e científico
O pôster ou painel é um tipo de trabalho científico que objetiva, de forma clara e sucinta, apresentar os resultados de uma pesquisa original completa ou seus resultados parciais.

Estrutura:

1.13. Imagens em ciências da saúde (imagem médica):
A imagem em ciências da saúde é um contributo importante da aprendizagem e da prática médica. Poderão ser aceites imagens clínicas, de imagiologia, histopatologia, cirurgia, etc. Podem ser enviadas até duas imagens por caso. São enviadas em ficheiro separado, acompanhadas de um texto em Word com
 Página de título
“Esta secção segue a estrutura já mencionada”

 Texto descritivo
Com um máximo de 150 palavras onde com um breve resumo do historial do doente, descrição de informação clínica relevante, incluindo, dados laboratoriais, de terapêutica e condição actual. Não pode ter mais de três autores e 10 referências bibliográficas. Não precisa de resumo. Apenas são aceites fotografias originais, de alta qualidade, que não tenham sido submetidas a prévia publicação.

1.14. Guidelines / Normas de orientação:
As sociedades médicas, os colégios das especialidades, as entidades sociais e/ou grupos de médicos que desejam publicar na RACSAÚDE, acerca de recomendações de prática clínica, deverão contactar previamente a equipa editorial da revista.

1.15. Abreviaturas:
Não use abreviaturas ou acrónimos no título nem no resumo, e limite o seu uso no texto, com excepção das abreviaturas internacionalmente conhecidas. O uso de acrónimos deve ser evitado, assim como o uso excessivo e desnecessário de abreviaturas. Se for imprescindível recorrer a abreviaturas não consagradas, devem ser definidas na primeira utilização, por extenso, logo seguido pela abreviatura entre parenteses. Não coloque pontos nas abreviaturas.

1.16. Unidades de Medida
As medidas de comprimento, altura, peso e volume devem ser expressas em unidades do sistema métrico (metro, quilograma ou litro) ou seus múltiplos decimais. As temperaturas devem ser dadas em graus Celsius (ºC) e a pressão arterial em milímetros de mercúrio (mm Hg). Para mais informações consulte a tabela de conversão “Units of Measure” no website da AMA Manual Style.

1.17. Nomes de medicamentos, dispositivos ou outros produtos:
Use o nome não comercial de medicamentos, dispositivos ou de outros produtos, a menos que o nome comercial seja essencial para a discussão.

1.18. Figuras
Os ficheiros «figuras» podem ser tantas quantas imagens tiver o artigo. No manuscrito, são aceitáveis os seguintes formatos: BMP, EPS, JPG, PDF e TIF, com 300 dpis de resolução, pelo menos 1200 pixéis.

1.19. Tabelas:
Expressam as variações qualitativas de um fenômeno. Sua finalidade básica é resumir ou sintetizar dados. A construção de tabelas deve levar em consideração os critérios abaixo:
• Toda tabela deve ter significado próprio, dispensando consultas ao texto e estar o mais próximo possível do trecho a que se refere;
• O título é colocado na parte superior da mesma, precedido pela palavra “Tabela” (apenas com a inicial em maiúscula), seu número de ordem de ocorrência no texto em algarismos arábicos e um hífen;
• Devem estar dispostas de maneira uniforme em relação com o trabalho (todas centralizadas ou justificadas a esquerda);
• Podem ser numeradas consecutivamente por capítulos ou como um todo;
• Quando a numeração for feita por capítulos, o número de ordem deve ser precedido do número do capítulo.
Exemplo:
Tabelas do capítulo 4.
Tabela 4.1 – Pacientes com leptospirose (n=100)
Tabela 4.2 – Análise da frequência de consumidores de álcool
(n=50)
Tabela 1 – Frequência de adolescentes com pneumonia (n=80)
Tabela 2 – Análise do biótipo (n= 85)
• Deve ser colocada preferencialmente em posição vertical, facilitando a leitura dos dados. Caso não haja espaço suficiente, deve ser colocada em posição horizontal com o título voltado para a margem esquerda da folha;
• Quando houver necessidade, as tabelas podem continuar na folha seguinte. Nesse caso, o final da primeira folha não será delimitado por traço horizontal na parte inferior e o cabeçalho será repetido na folha seguinte. As folhas terão as seguintes indicações: “continua”, na primeira folha; “continuação”, nas demais folhas e “conclusão”, na última folha;
• As colunas não devem ser delimitadas por traços verticais, e os traços horizontais superior e inferior ao cabeçalho preferivelmente podem ter maior diâmetro;
• As fontes consultadas para a construção da tabela e outras notas devem ser colocadas após o traço inferior.

1.20. Ilustração (ões)
Ilustrações aqui compreendem gráficos, quadros, mapas, desenhos, esquemas, fluxogramas, fotografias, organigramas, plantas, retratos e outros. Deve- se dar primazia a apresentação de maneira uniforme, isto é, todas centralizadas, ou alinhadas a esquerda. Sua identificação aparece na parte inferior, precedida da palavra designativa “Gráfico”, “Mapa”, “Fotografia”… (Apenas com a inicial em maiúscula), seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto (em algarismos arábicos), do hífen, do respectivo título e/ou legenda explicativa (alinhada de acordo com a formatação da (s) ilustração (ões) de forma breve e clara, dispensando consulta ao texto e à fonte e por fim o ponto Ex. Gráfico 5 – Prevalência de cataratas no Bairro de São Pedro (n=200).
A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere, conforme o projecto gráfico.
Abaixo da ilustração deve-se indicar a fonte, caso a mesma não seja de autoria própria. Deve-se referenciar a citação da ilustração no texto, abreviando-se a palavra apenas quando entre parênteses. Ex: “(Gráf. 2) ou confome o Gráfico 2”.
A ilustração deve colocar - se após ou entre os comentários, evitando-se deste modo começar com a ilustração após o título. Nos casos de ilustrações representando dados ou cálculos estatísticos colocar entre parênteses após o título da mesma o tamanho da amostra.

1.21. Referências bibliográficas
A citação é feita de acordo com os Manuais: Directrizes para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmico – científicos nas ciências da saúde, The NLM Style Guide for Authors, Editors, and Publishers, Scientific Style and Format (7th ed. Reston (VA): Council of Science Editors. As Referências Bibliográficas são elementos obrigatórios, que consistem na relação das obras consultadas e citadas no texto, de maneira que permita a identificação individual de cada uma delas. As referências devem ser organizadas conforme a sequência em que aparecem no texto, utilizado o sistema numérico (algarismos árabes formatados sobrescritos,” 1 ” de chamada (Norma Vancouver). Os autores são responsáveis pela exactidão e rigor das suas referências e pela sua correcta citação no texto. As referências bibliográficas devem ser citadas numericamente por ordem de entrada no texto e ser identificadas no texto com algarismos árabes. De preferência que o autor use um software de gerenciamento de referências bibliográficas como Endnote, Zotero, Mendeley, refworks, o método semi-automático incluso no pacote do Microsoft office word ou outro com o qual esteja familiarizado, caso contrário poderá optar por inserção manual. As abreviaturas usadas na nomeação das revistas devem ser as utilizadas pelo National Library of Medicine (NLM) Title Journals Abbreviations http://www.ncbi.nlm.nih.gov/nlmcatalog/journals. Seguem-se alguns exemplos de como devem constar as citações e as respectivas referências bibliográficas.

1.21.1. Citação directa
De acordo com estudos feitos por Nobre 2 p. (200)

1.21.2. Citação indirecta
Os neovasos que formam-se no tecido cicatricial são altamente permeáveis às proteínas plasmáticas2. Ou
Segundo Gaspar2, os neovasos que formam- se no tecido cicatricial são altamente permeáveis às proteínas plasmáticas, processo importante para a formação de estroma para o crescimento de fibroblastos e células endoteliais 2.

1.21.3. Três (3) autores
Nomes dos autores como parte da narração:
Afirma Ribeiro, João e António9 a gastrite…

1.21.4. Mais de três (3) autores
Nome dos autores como parte da narração:
De acordo com Ribeiro, João, António et al.1 existem…

1.21.5. Livro impresso
Autor (es). Título. Edição. Local: editora; Ano ou data da publicação. Paginação. ISBN: xxxxxx.

1- Roger JDP. A saúde pela alimentação. 2ª ed. Madrid (Espanha): Editorial Safeliz; 2001. 300p. ISBN: 84-7208-188-5.

1.21.6. Partes de um livro
Autor (es). Título do livro. Edição. Local da publicação: Editora; ano. Nome e número da parte do livro, Título da parte do livro; Paginação da parte do livro. ISBN: xxxxxx.

1- Cassinda M. Síndrome da mão alheia. 2ª ed. Luanda (Angola): Candjavite Editora;1996. Capítulo 2, Síndromes raros; p. 24-45. ISBN: 000-00-00-0.

1.21.7. Livros em CD, DVD e outros dispositivos (pen dive, hd,…)
Autor (es). Título [espaço reservado para o tipo de dispositivo ex: “CD-ROM”]. Local: Editor (a); Ano da publicação. Quantidade e Extenção: descrição física.

1- Miller C, Wildman S, Elgiadi S. The I.C.N.E. computer assisted instruction for intravenous medications: calculation problems [Disk]. Spokane (WA): I.C.N.E.; c1990. 1 computer disk: 5 1/4 in.

1.21.8. Livros na internet
Autor (es). Título [espaço reservado para a palavra “Internet”]. Local: editora; data da publicação “dia mês e ano” [citado em dia mês e ano]. Paginação. Disponível em: endereço electrónico

1- Cassessa LOV, Simba CC. Fenda palatina em recém nascidos [Internet]. Lubango (Angola); 11 de Setembro 2011 [citado em 29 de Julho de 2012]. 40p. Disponível em: http: www.catacumbas.com

1.21.9. Trabalhos acadêmicos – científicos (tese, dissertação, monografia, TCC, “TEI” Trabalhos escolares intradisciplinares)
Autor (es). Título e subtítulo da tese, dissertação, monografia… [natureza do trabalho]. [Localidade ou lugar da publicação]: Instituição onde foi apresentada; ano. paginação.

1- Chipassa DJ. Impacto das zoonoses no bairro do São João de março a Julho 1999 [dissertação]. [Angola]: Universidade José Eduardo dos Santos, Faculdade de Medicina do Huambo; 2000. 80 p.

1.21.10. Websites
Autor. Título [palavra “Internet”]. Local: Editora; dia mês e ano da publicação. Dia mês e ano da actualização/revisão; data da publicação [citado em “dia mês e ano da citação”]. Frase conectiva “Disponível em: website”

1- Camacove ERE, Sampaio PER. Tomografia Axial computorizada [Internet]. Lunda Norte (Angola): Departamento de Tomografia; 1988 [citado em 04 de Dezembro de 2001]. Disponível em: http://www.gulii.com
2- Fugh-Berman A. PharmedOUT [Internet]. Washington: Georgetown University, Department of Physiology and Biophysics; c2006 [cited 2007 Mar 23]. Available from: http:// www.pharmedout.org/

1.21.11. Artigos de revista impresso
Autor (es). Título do artigo de revista. Nome da revista. Data da publicação ”dia mês e ano”; Volume (Número de tiragem ou de emissão): Paginação.

1- Santana EER. Artroses. Canhanga DF. 02 de Março 2016; 4(21): 234-388.
2- Jara-Lázaro AR, Tan PH. Patogênese molecular de progressão e recorrência em tumores de mama phyllodes. Am J Transl Res. 2009; 1(5): 23-34.

1.21.12. Artigo de revista disponível na internet
Autor (es). Título do artigo. Título do jornal [palavra “Internet”]. Data de publicação “dia mês e ano” [frase conectiva “citado em:” posteriormente dia mês e ano da citação]; volume (número de tiragem ou de emissão): Paginação. Disponível em: Website

1- Santana IUI. Laparatomia [Internet]. 10 de Dezembro 2015 [citado em 20 de janeiro de 2016]; 10 (8): 670-680. Disponível em: http://jornalmedico.co.ao

1.21.13. Artigo de Jornal no todo
Autor (es). Título do artigo. Nome do jornal (Edição). Data de publicação “dia, mês e ano”: Secção isto é “Sec”. Locação do artigo (e número da coluna). Ou em substituição a locação e número da coluna a Paginação.
1- Gaul G. When geography influences treatment options. Washington Post (Maryland Ed.). 2005 Jul 24; Sect. A:12 (col. 1).

1.21.14. Impressos e fotografias
Autor (es). Título [formato “ex: pôster ou fotografia”]. Local da publicação: Editora; ano. Extensão: Descrição física.

1- Sangombe NB. Ancylostoma caninum [pôster]. Angola: Universidade José Eduardo dos Santos; 2016. 1 pôster: colorido, 20/20

Obs: quando o documento for redigido na língua portuguesa, mesmo que a obra referenciada esteja em outra língua, as expressões “citado em” e "disponível em" aparecem em português.

Para um mais completo esclarecimento sobre este assunto aconselha-se a leitura do Uniform Requirements for Manuscripts Submitted to Biomedical Journals do Interna-tional Commitee of Medical Journal Editors), disponível em http://www.ICMJE.org ou NLM.


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